quinta-feira, 19 de julho de 2012

+ Dave Grohl


Foo Fighters: novo trailer do filme dirigido por Dave Grohl
Estreia acontece só em 2013

Um novo trailer do filme “Sound City”, dirigido pelo líder do Foo Fighters, Dave Grohl, está disponível . O documentário revira a história do estúdio de gravação de mesmo nome, onde o Nirvana gravou o álbum “Nevermind”, que foi fechado no ano passado. A previsão é de que o longa entre em circuito em 2013.
É possível ver que participaram das filmagens Tom Petty, Buth Vig e Al Johannes, entre outros músicos que gravaram no estúdio. Desde o início do ano Dave Grohl tem postado fotos no twitter do Foo Fighters mostrando participantes desse projeto, que incluem ainda o líder do Queens Of The Stone Age, Josh Homme; o guitarrista do Cheap Trick, Rick Nielsen; o vocalista do Slipknot, Corey Taylor; John Fogerty, fundador do Credence Clearwater Revival; e o vocalista e o guitarrista do Ratt, respectivamente Stephen Pearcy e Warren DeMartini.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

+ SUPERSONIKA


A Banda supersonika  conta um pouco sobre sua tragetória
Jean Frame e Rapha inverse Conta Tudo !



ZM -  De quem foi à idéia para o nome da banda?

Jean Frame - minha jean em meados de 2010 eu tinha outra banda com os mesmos meninos da supersonika q era mas melódica aí comecei a fazer musicas com riffs e peso de guitarra e com letras voltadas ao cotidiano e ao universo feminino aí entre as musicas que fiz tinha uma que tinha uma batida estranha na qual o nome era algo como supersonic  então me deu o estalo pra o nome da banda ser supersonika
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ZM - Que tipo de musicas a supersonika costuma tocar, vocês possui um subgênero musical dentro do rock?

Rapha Inverse - Tocamos Rock em diversos estilos, mas preferimos tocar um rock mais "pop", nos sentimos mais a vontade em modificar a melodia das músicas com riffs próprios, mas nunca perdendo a essência da música original. Não procuramos um gênero musical pra nos encaixar, queremos nos divertir e agradar o público.
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ZM - Quais as bandas que servem de inspiração nas músicas? Cite as principais influências.

Rapha Inverse - Somos muito diferenciados  nas nossas influências musicais, mas colocando a banda em foco, conseguimos conciliar isso. Entre esse foco, somos influenciados pelas seguintes bandas: Muse, Paramore, Flyleaf, Nirvana, Silverchair, U2, Buckley, Pitty, Udora, Jane Fonda entre outras.
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ZM -  Quais Musicas costumam tocar nos shows?  pode falar um pouco sobre o trabalho autoral da banda supersonika?

Rapha Inverse - Como, recentemente aumentamos consideravelmente nosso repertório, ficamos bem à vontade pra escolher quais músicas tocar pra tal ocasião, ou evento. De Foo Fighters a Adele, entre eles Muse, Pitty, Rita Lee, Smiths... muita coisa.
As músicas Autorais são escritas e musicadas pelo Guitarrista (Jean Frame). Entre vários temas sobre sua vida pessoal, ele escreve com o mesmo sentimento que compõe os riffs para as músicas. Eu entrei na banda porque adoro as músicas, e me identifico bastante com o que elas tentam passar. Atualmente temos prontas 4 músicas autorais, e que também tocamos nos Shows, ela são: Habri, Vazio, A Distância e Incondicionalmente.
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ZM - Já Informados de que a  banda surgiu em meados de 2010 Como os componentes se conheceram? Qual Formação Original e Qual formação atual ?

Jean Frame - vixe eu, angelo e manel tocamos juntos há muitos anos juntos angelo eu conheço por intermédio dele querer aprender a tocar e eu já tocava aí ele começou a frequentar a minha casa então logo estamos tocando juntos, manel eu o encontrei em um som que rolava em uma igreja no alecrim aí eu estava precisando de alguém pra tocar baixo e ele topou aí já foi.
A formação inicial da banda era Angelo maximo,Manel vicente,Fanny avlis, Rooh may e eu
e a atual eu Angelo maximo,Manel vicente e Rapha inverse e eu.
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ZM - Onde ocorreram os primeiros ensaios? Como era
Esse lugar?

Rapha Inverse - Os primeiros ensaios rolaram na casa do Jean Frame. Um espaço improvisado e simples que os meninos arrumaram. A bateria muito velha e com som estranha... (risos) Meu Microfone Plugado em um AMP de guitarra. Até hoje ensaiamos lá, já que nossas condições financeiras são limitadas. Eu gosto da casa do Jean, ficamos a vontade!

Jean Frame - Meu Quarto era a maior zona  ( ressalta jean )

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ZM - Cite alguns locais onde tocaram, ou onde gostariam de tocar e quais os shows mais marcantes da banda.

Rapha Inverse - Por enquanto Tocamos no Woodstock Bar (Ribeira), Tribo Root's (Candelária), Dosol Rockbar (Ribeira). Estamos com essa formação a pouco mais de 3 meses, e esperamos ansiosos por mais oportunidades!
Nosso Show mais marcante foi no Tinhoso Cover Festival (DOSOL), e no Rock Beneficente (Woodstock). A galera curtiu muito!
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ZM - Quais materiais Já Foram lançados pela banda?

Jean Freme - não lançamos nada ainda temos um material q gravamos no fim de 2010 com duas musicas que estão no myspace, mas com a formação antiga nos pretendemos em breve gravamos com
a formação atual e com musicas novas também rsrsrs
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ZM -  Finalizando a entrevista deixe aqui uma mensagem para os visitantes do Zona Midia

Rapha Inverse - Quero agradecer a quem leu a entrevista, e a Zora que apoia essa iniciativa. Apareçam nos nossos Shows e acompanhem as novidades na nossa FunPage >> SuperSonika! Abraço a Todos!
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+ PEN IS DRIVER


Entrevistando a Bandas Pen is Driver
Thiago Mitchel conta tudo!


ZM - como surgiu a ideia de formar a banda?

Thiago MItchel - Todos os integrantes da banda são fãs desde crianças, lembro que cantávamos escondidos (eu e meu irmão Barrulhinha) do nosso pai. ele falava que era sacanagem , só que ele não entendia o maior fenômeno que acontecia naquele momento. Então reuni com Guga que é amigo nosso de infância e decidimos tocar Mamonas Assassinas para fazer a galera dessa geração mais nova que não conhece o trabalho dos cara passe a conhecer através do nosso e assim ajudar eternizar os MAMONAS.
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ZM - então podemos considerar que a banda é um tributo aos mamonas assassinas que fizeram grande sucesso no período de 95 ~ 96 ? o que levaram a escolher esta banda especificamente? fale um pouco sobre.

Thiago MItchel - Sim, desde o principio esse era realmente o intuito . Fazer tributos, o que nos levou a tocar Mamonas foi realmente relembrar os nossos eternos ídolos, além de querer tocar algo que realmente gostamos. Parece que dá certo, a galera curte muito! todos são contagiados e até quem não quer canta as músicas nos shows.
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ZM- Quando surgiu a banda, como os integrantes se conheceram, como foi que chegaram a escolher o nome pra ela, pode falar um pouco sobre?

Thiago MItchel - A banda surgiu proveniente de uma mulher que deu a luz ao PEN IS DRIVER em fevereiro de 2008. Três dos integrantes se conhecem desde a infância, os outros dois chegaram para nos ajudar nessa caminhada. O nome da banda se deu por conta de uma situação em meu ambiente de trabalho... Estávamos sem nome e aí em um belo dia um garoto entra na loja de informática e pede para o vendedor: Moço me dá um PENIS DRIVER! Só faltando o IS do PEN.
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ZM - então vocês continuam com a formação original? ouve outros integrantes? se apresentem para os leitores do nosso blog.

Thiago Barrulha ( Vocal) , Philipe (Barrulhinha) Guitarra, Vinicius Guga ( Bateria ) - esses três fundaram a banda. depois chegou Victor Girafa ( Baixo ) e por último com a saída de Walter Gonzales tivemos o prazer de conhecer Jean Xavier (Tecladista) o rapaz mais meigo da banda, “ MeiGordinho”.
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ZM - onde ocorreram os primeiros ensaios da banda, conte-nos um pouco de como era.

Thiago MItchel - Stúdio F desde o inicio, com uma parceria muito bacana com o Creuzebek João Vitor. Era uma loucura, lembro que levamos todo o figurino da banda. e no intervalo de uma música pra outra, sai só de cueca e gravata para ir tomar água e quando João Vitor me viu não entendeu nada. (rsrsrsrs)
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ZM - A banda Pen is Drive além de ser um tributo os mamonas assassinas, possuem trabalhos autorais? Conte um pouco sobre

Thiago MItchel - Sim, fazemos algumas decomposições .. Estamos agilizando algumas para gravar nosso demo. Sem contar que em 2008 ganhamos o FESTIVAL STÚDIO 10 promovido pelo Eletro Music. que teve sua fase final disputada entre dez bandas dentre elas o AK-47 , Traumam e outras ... Ganhamos e surpreendemos várias pessoas.
Isso com duas músicas próprias: Jagatá e Gatinhas, Ambas disponíveis no “Youtoba”.
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ZM - quem compõe as musicas do Pen is Drive, conte um pouco sobre o que as musicas tendem a passar para o publico.

Thiago MItchel - Olha, o Walter Gonzales e eu (Vocal) ajudo nas composições. além de Guga que tem umas merdas na cabeça e tentar compor de vez em quando... As músicas tentam passar para a galera algo que faça rir, rir de si mesmo e da banda Pen is Driver. Estamos em um novo momento e vamos voltar com tudo investindo em trabalhos autorais.
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ZM : sobre o cenário local, no seu ponto de vista fale um pouco sobre o cenário musical de hoje e como era quando entraram nesse meio.

Thiago MItchel - Nada mudou , é sempre tudo igual aqui em Natal. Para tocar tem que fazer parte de uma espécie de PANELINHA. Certo dia, encontrei com um cara que é dono de uma das casas de show aqui de Natal (Da Chuva) . Ele me falou que odiava os Mamonas e deu a entender que nunca tocaríamos por lá. Graças Deus nós nunca precisamos tocar lá. A galera curte” noixs ” e isso é o que importa!
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ZM - Finalizando a entrevista deixe aqui uma mensagem para os visitantes do Zona Mídia.

Thiago MItchel - Galera, espero que tenham curtido a entrevista. Falar para vocês que acreditem nos seus sonhos e não desistam! e finalizar com uma mensagem do Alcsander Alves - Dinho ( O IMPOSSÍVEL NÃO EXISTE).

domingo, 8 de julho de 2012

+ Sexo, Drogas e Rock n' Roll


SEXO, DROGAS E ROCK N’ ROLL ANDAM JUNTOS?
Confira tudo que a autora andréia felix  tem a dizer

Vários rock stars, como Gene Simmons, Keith Richards e Jim Morrison, viveram, ou ainda vivem, uma vida de luxúria e drogas. Por isso, quem ouve o estilo costuma ser mal visto por alguns. É verdade que sexo, drogas e rock n’ roll é a filosofia de muitos, mas será que não é possível curti-los separadamente? Esses três elementos foram apreciados por jovens na década de 60 e chocaram a sociedade conservadora no Festival Woodstock, em 1969. Em contrapartida, depois de tantas mortes no meio musical e a conscientização do jovem quanto a doenças sexualmente transmissíveis e a drogas, surgiu um novo estilo, que sabe ouvir rock e deixar de lado os outros dois componentes da famosa trilogia.

SEXO, DROGAS E ROCK N’ ROLL ANDAM JUNTOS?

Inúmeros famosos seguiram a conhecida trilogia, sexo, drogas e rock n’ roll. Alguns sofreram as conseqüências e não estão mais presentes para contar a história. Já outros, conseguiram se recuperar a tempo e, hoje, levam uma vida saudável, sem bebidas e substâncias ilícitas.

Jimi Hendrix, um dos mais famosos guitarristas do mundo, morreu aos 27 anos, em 1970, sufocado pelo próprio vômito como resultado de uma overdose, que curiosamente foi de remédios para dormir, embora ele sempre usasse entorpecentes. A cantora Janis Joplin morreu com a mesma idade, um mês depois de Hendrix, também de overdose. Um ano depois, Jim Morrison, vocalista do The Doors, foi encontrado morto na banheira de casa, aparentemente pelo mesmo motivo que Hendrix e Joplin morreram.

O filme “Cazuza - O Tempo Não Para”, mostra a vida de vícios e diversão que o carioca teve. Entretanto, o trágico final do cantor foi a morte aos 32 anos de idade, em 1990, que veio depois dele contrair o vírus da AIDS. Outro exemplo parecido foi Fredy Mercury, que faleceu 24 horas depois de declarar à mídia que era portador de AIDS.

Entre tantas mortes, há aqueles que sobreviveram à trilogia, Ozzy Osbourne foi um deles. No entanto, o frontman tem poucas lembranças da época em que viveu submisso aos vícios com as drogas e bebidas. Depois de tratamentos, hoje o cantor mantém uma vida saudável, mas ele mesmo já disse em várias entrevistas que não sabe como ainda está vivo depois de tantas loucuras que fez.

Há ainda aqueles casos inexplicáveis, como o de Keith Richards, guitarrista do Rolling Stones que, mesmo com mais de 60 anos e décadas usando drogas constantemente, ainda está vivo. Gene Simmons, vocalista do Kiss, já disse inúmeras vezes à mídia que teve relações sexuais com mais de quatro mil mulheres. Mick Jagger também é conhecido pela vida sexual, pois teve sete filhos espalhados pelo mundo, um deles com a brasileira Luciana Gimenez. “Hoje sabemos sobre as doenças sexualmente transmissíveis e a inconseqüência pode se tornar irreversível”, afirma a diretora de produção da Tv Rock, Paula Febbe.

Bebidas, entorpecentes e mulheres foram a filosofia de vários rock stars. Músicas como “Sister Morphine”, do Rolling Stones, “Cocaine”, do Eric Clapton, “Heroin”, do Lou Reed, “Girls, girls, girls”, do Mötley Crüe, entre outras, só mostram como a famosa trilogia está associada ao rock. Entretanto, “a droga e o sexo já faziam parte da vida de muitos cantores antes do rock nascer. Artistas de jazz já faziam o mesmo e, segundo seguranças de casas de shows, qualquer estilo de música tem usuário de drogas. Os dois estão relacionados mais ao prazer e à diversão”, afirma o jornalista especializado em música, Adriano Coelho.

A junção dos três elementos mais famosos da música ganhou repercussão em 69, na primeira edição do festival Woodstock. “Desde os primeiros anos do rock, na década de 50, a droga e o sexo já faziam parte da vida de quem curtia o estilo, mas o movimento hippie queria chocar, e conseguiram isso através dessa trilogia”, disse Adriano.

SEXO, ALFACE E ROCK N’ ROLL

No século XXI um novo estilo de vida ganhou destaque, o straight edge. Eles ouvem punk e hard core, freqüentam cinemas alternativos, galerias da Rua Augusta, zona central de São Paulo, usam camisetas com dizeres como “drug free”, que significa “livre de drogas”. Além disso, os straight edges não fumam e não usam entorpecentes. Há ainda grupos mais radicais, como os vegan, que além da abstinência ao álcool e a substâncias ilícitas, também não comem carne e derivados. Outros ainda pregam uma vida regrada no sexo, sem promiscuidade.

O termo foi inventado pela banda Minor Threat, no começo dos anos 80, através de uma música que se chamava “Straight Edge” e falava sobre uma pessoa não precisar beber ou se drogar para se divertir. A canção se tornou uma filosofia e é seguida por milhões de pessoas no mundo inteiro.

Fonte: Wiplash

sexta-feira, 6 de julho de 2012

+ Red Hot Chili peppers


Red Hot Chili Peppers: ouça o EP de John Frusciante
Álbum sai em setembro



A íntegra do EP “Letur Lefr”, do ex-guitarrista do Red Hot Chili Peppers, John Frusciante, está liberada nesse endereço. O lançamento antecipa o álbum de Frusciante, “PBX Funicular Intaglio Zone”, que sai em setembro. Abaixo, a lista das músicas que estão no EP:
1- In Your Eyes
2- 909 Day
3- Glowe
4- FM
5- In My Light


+ Marilyn Manson


Marilyn Manson anuncia novo single
Videoclipe já está sendo gravado

“Slo-Mo-Tion” é o novo single de Marilyn Manson. O anúncio foi feito na página do músico no Facebook, indicando o início das gravações do videoclipe correspondente. A música faz parte do mais recente álbum, “Born Villain”, lançado em maio. Na versão deluxe do CD, há como bônus uma cover para “You’re So Vain”, de Carly Simon, na qual Manson tocou guitarra e cantou, e o ator Johnny Depp tocou bateria e guitarra solo.

+ Joy Division


Ex-baixista do New Order prepara biografia
Lançamento deve acontecer em outubro

Deve chegar às lojas em outubro a biografia do ex-baixista do New Order/Joy Division, Peter Hook. Intitulada “Unknown Pleasures - Inside Joy Division”, não por caso o mesmo título do mais famoso álbum do Joy Division, “Unknown Pleasures”, lançado em 1979, a publicação deve revelar detalhes como os da morte do vocalista Ian Curtis, que cometeu suicídio em 1980. O que mais se espera, no entanto, é mais lenha na fogueira da briga que resultou na saída de Hook do New Order, em 2007. O baixista, que segue tocando músicas do Joy Division com uma banda de apoio, tem trocado farpas pela imprensa britânica com os demais integrantes.

+ Black Label Society


Filho de Zakk Wylde é batizado de Sabbath Page
Guitarrista homenageia ídolos

O guitarrista do Black Label Society, Zakk Wylde, batizou o terceiro filho, nascido ontem (4/7) de Sabbath Page Weitland Wylde, numa homenagem dupla ao Black Sabbath e ao guitarrista do Led Zeppelin, Jimmy Page. Achou estranho? Pois saiba que os outros três filhos do guitarrista se chamam Hayley Rae, Hendrix Halen Michael Rhoads e Jesse.

+ Lynyrd Skynyrd


Veja a lista de músicas do novo álbum do Lynyrd Skynyrd
Disco sai em agosto

Conforme noticiado antes, o novo álbum do Lynyrd Skynyrd, “Last Of A Dyin’ Breed”, será lançado, no Reino Unido, encartado numa edição especial da revista “Classic Rock”, que chega às bancas no dia 28 de agosto. Além de faixas bônus, toda a publicação será sobre o grupo americano. A revista com o CD também pode ser comporada via web, nesse endereço. Nos Estados Unidos, o CD recular será lançado no dia 17 de setembro. A novidade é a imagem da capa - essa aí ao lado - e lista das músicas que estão no CD. Veja:
1- Last of a Dyin’ Breed
2- One Day at a Time
3- Homegrown
4- Ready to Fly
5- Mississippi Blood
6- Good Teacher
7- Something to Live For
8- Life’s Twisted
9- Nothing Comes Easy
10- Honey Hole
11- Start Livin’ Life Again
Bônus
12- Skynyrd Nation (live)
13- Gimme Three Steps (live)
14- Poor Man’s Dream
15- Do It Up Right

+ GRANDES EVENTOS


Festival Benicàssim será transmitido ao vivo para o Brasil
Elenco desse ano tem shows de Bob Dylan, Noel Gallagher e Stone Roses, entre outros

O Festival Internacional de Benicàssim, que acontece entre os próximos dias 12 e 15, na Espanha, será transmitido, ao vivo, on line, pelo site Terra. A transmissão acontece por sistema live streaming, em computadores, smartphones e tablets. Até o momento, no entanto, o portal não definiu quais shows serão exibidos, nem os horários das transmissões. Este ano, o Benicàssim tem no elenco nomes como Bob Dylan, New Order, Noel Gallagher, At The Drive In e Stone Roses, entre outros. Mais detalhes em breve.

+ WOODSTOCK




Um Palco Para os Primeiros Riffs
Bar Localizado na Ribeira Abre as Portas Para Bandas Que planejam fazer Sucesso no cenário Local


A Ribeira acaba de ganhar um novo espaço dedicado ao Rock. O Woodstock Bar fica na rua Ferreira Chaves  e  tem a proposta de ser um lugar de divulgação e incentivo a novas bandas. 


Por enquanto é tudo experimental ainda. Os donos querem colocar em prática uma proposta interessante: através do blog do bar, as bandas podem se inscrever para tocar no espaço. A ideia é que a programação seja escolhida sempre assim, levando em consideração os comentários na internet e a interação com as  bandas novas e com o público do local.

"Nós já estamos com o blog e o facebook, o pessoal já está inscrevendo as bandas lá. Na sexta no sábado e domingo já estamos abrindo com shows dessas bandas. Nós não colocamos muitos critérios para Um palco para os primeiros riffs

selecionar a programação. Só tem que ser rock'n roll", explica Victor Souza, mais conhecido como "Zora", um dos sócios e ele mesmo integrante de uma "banda de rock da cena independente", como costuma dizer.

Segundo os proprietários, a Ribeira é o palco ideal para colocar em prática esse projeto. "Já tivemos experiência de ter espaço de rock na Ribeira, depois levamos para outros bairros. Percebemos que em outros lugares não funciona. A galera que curte essa coisa mais independente do rock está na Ribeira mesmo", explica Zora.

Por enquanto o Woodstock ainda não está funcionando como bar.  Mas os shows já estão acontecendo, de sexta a domingo a partir das 17h. 

Para conferir a programação, inscrever sua banda ou ajudar a escolher a próxima atração, o blog é www.thewoodstockbar.blogspot.com


Woodstock Bar - Rua Ferreira  Chaves, 71, Ribeira. Aberto de sexta aos domingo, das 17h às 22h. 
Informações: 8127 7476. 

Twitter: @woodstockbar_


sexta-feira, 22 de junho de 2012

+ The Doors


The Doors: edição de 40 anos de ‘L.A. Woman’ sai no Brasil
DVD com os bastidores das gravações também está disponível

Acaba de ser lançada no Brasil a edição comemorativa dos 40 anos do álbum “L.A. Woman”, do The Doors. O disco é um CD duplo, com embalagem digipak, e vem com a íntegra do álbum, no primeiro CD, e gravações inéditas no segundo. Entre elas, a inédita “She Smells So Nice”, encontrada recentemente pelo produtor Bruce Botnik.
Também já está disponível no País o DVD “Mr. Mojo Risin’: The Story of L.A. Woman”, com um documentário sobre os bastidores da gravação do disco, já exibido na TV americana. Além do especial, há cerca de 35 minutos de material que acabou não sendo exibido, e um clipe com “She Smells So Nice”.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

+ Zz Top

 Ouça duas novas músicas do ZZ Top
“I Gotsta Get Paid” e “Consumption” estão liberadas

Uma nova música do ZZ Top, “I Gotsta Get Paid”, está com o streaming liberado. A faixa faz parte do EP digital “Texicali”, que tem outras três músicas e serve como amostra do novo trabalho que o grupo está gravando com o produtor Rick Rubin. Completam a track list do EP “Chartreuse”, “Over You” e “Consumption”. Esta última também pode ser escutada

I Gotsta Get Paid 

AND ...

Consumption

quinta-feira, 31 de maio de 2012

+ + O PALCO ESTÁ MUDO !


O PALCO ESTÁ MUDO !
Artistas sentam no chão após ação das autoridades locais. veja as declarações recolhidas nesta lamentável data;

Músicos ficam pasmos com ação da semurb sofrendo ameaças e até mesmo voz de prisão. 
chegamos ao local determinado no dia  26/05 e encontramos o presidente da ATPON ( associação dos trabalhadores de ponta negra )  Marcos martins  sentado em um dos bancos frente  ao local pre-determinado onde devira ter ocorrido o show-protesto e em sua companhia  alguns músicos desolados, entre eles  o jovem Arthur mattos e a banda sarva nos quais deveriam está apresentando-se  naquele momento.

" Acho um absurdo como a sociedade nestes tempos modernos ainda insiste em fazer atos desta forma.. Não é de se surpreender com atitudes como estas do poder público...tinha 3 shows marcados aqui e todos foram cancelados os produtores me ligaram e me informaram sobre alegando que a SEMURB  proíbiu o acontecimento do evento, tenho aluguel para pagar,não tive como pagar o cheque especial e então ? " Arthur Mattos

Arthur mattos cantor e compositor saiu de brasilia para ganhar a vida na capital nordestina. 

" Ainda não entendi direito o que a fiscalização deseja, a cantora foi impedida de tocar  voz e violão no banco da orla sendo ou iria ser presa, não faz sentido "  
Diz uma dos musicos que deveria  se apresentar naquela noite.

" Mais uma vez os músicos locais riem para não chorar... "
" bizarro "
" voltamos aos tempos da ditadura? "
frases citadas no calçadão de ponta negra após o ocorrido.
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Conheci o Sr. Marcos Martins há quase quatro anos atrás, assim como hoje, ele estava passando por um turbulento processo quando lutava intensivamente pela dignidade dos trabalhadores da praia de Ponta Negra nesta cidade, artesãos e comerciantes assim como todos, turistas, moradores e sociedade, estavam sendo massacrados pelos órgãos municipais, mas sua alma inquieta, capacidade intelectual invejável e senso de justiça social incomum, fizeram dele o maior ativista social que já conheci.

Na época, eu como inventor e micro empreendedor, queria vender chopp na praia de Ponta Negra, sou inventor de uma chopeira bem diferenciada, se trata de uma bomba de combustível que em vez de gasolina sai chopp, muitos conhecem este belo trabalho, e como bom cidadão, procurei as maneiras legais de me licenciar perante a prefeitura, mas ao contrário do que se deveria ser, recebi todo tipo de desmotivação da prefeitura e órgãos públicos, apenas através da grande luta do Sr. Marcos Martins é que consegui minha licença e dignamente gerar emprego e renda na praia, o empreendimento foi um sucesso e através dele, hoje, mesmo ainda minúsculo, estou com boas perspectivas.

Assim como eu, muitos trabalhadores foram defendidos pelo Sr. Marcos, e dalí, muitos não só sustentaram e sustentam suas famílias mas em muitos casos o trabalho gerou mais que isso, construiu perspectivas como foi em meu caso, muitos saíram de pequenos comerciantes para micro empresários com geração de com possibilidade de crescimento, ele lutou e luta pelo trabalhador, empresário, autônomo, pelo povo e pela sociedade.

Depois do apoio que recebi das conquistas geradas pela associação na qual ele era presidente, houveram semanas do trabalhador onde a associação movimentou o SEBRAE e outros órgãos de fomento de desenvolvimento, assim, houve uma matéria da rede globo local que mostrou meu trabalho, posteriormente teve até um prêmio regional de jornalismo por parte do SEBRAE e acabou caindo na Globo News, coroando assim aquele ciclo de apoio que obtive ao meu micro empreendimento, assim como tantos trabalhadores e artistas que ele apoiou.

Hoje penso o que teria sido da minha luta sem a ajuda do Sr. Marcos, apenas com as negativas da prefeitura, esta que, diga-se de passagem, deveria ser primeira a apoiar um inventor e empreendedor local, se dependesse deles, nada teria acontecido, quando fui na Sensur requerer minha licença, vi um órgão falido, sujo, computadores sucateados, servidores mal educados e etc, era a imagem da guerrilha em países miseráveis, recebi todo tipo de desestimulo, hoje eu seria mais um empreendedor falido e desempregado.

Me revolto por ver este mesmo governo, querer arrebentar com uma das categorias mais nobres que temos em nossa sociedade, o músico, o comerciante da noite etc. me revolta mais ainda por saber que ontem o “MAIOR ATIVISTA SOCIAL DESTA CIDADE” ter recebido voz de prisão.

O que esta havendo conosco?, quem deveria ser preso?, porque tamanha apatia dos promotores do direito em nossa cidade?, leis constitucionais estão claramente sendo massacrados por decretos simplórios, comprometidos, e pior ainda, INCONSTITUCIONAIS.

A saber:

Constituição federal
IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;
Art. 220. A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.
O que a prefeitura esta fazendo também esta previsto no código penal, que é bem claro:
XLI - a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais;
E agora?, o que têm a dizer os que podem e tem poder para calar esta prefeitura?, acham que o povo é burro?, não sabem dos seus direitos?

Chega, precisamos esquentar esta luta, apoiar mais e mais o maior cidadão vivo desta cidade, talvez o único capaz de mudar esta gestão desequilibrada, nefasta e ditadora.

O código penal ainda mostra instrumentos claramente que colocariam a gestão “marginal” (a margem da lei) na cadeia:
Paralisação de trabalho, seguida de violência ou perturbação da ordem
Art. 200 - Participar de suspensão ou abandono coletivo de trabalho, praticando violência contra pessoa ou contra coisa: (esta pessoa é o artista e a coisa o violão)
Pena - detenção, de um mês a um ano, e multa, além da pena correspondente à violência.
Somente um magistrado simplório não entederia que este artigo se refere às investidas da prefeitura contra os trabalhadores, assim, venho propor a correção dos paradigmas equivocados de muitos do direito que entendem que se trata apenas de greve abusiva.
Apoiemos Marcos Martins, compartilhando suas postagens, divulgando em nossos blogs e participando de suas ações presenciais, eu o vi lutando intensamente, participei de seus momentos de angustia mediante as ações contra trabalhadores desprotegidos, os vilões eram exatamente os que deveriam protegê-los, isto esta ocorrendo novamente hoje, quando quem na verdade deveria ser preso era o gestor coador destas infrações constitucionais. Um dia eu ví o Sr. Marcos cansado e atormentado e nem sequer pensava em desistir, maioria das vezes o vi quase sozinho em sua luta, muitos desistiam, outros ficavam cansados, ele sofria com isso, mas jamais desistiu e hoje esta aí, com tantas conquistas em prol dos trabalhadores e sociedade em geral. 

Caro Marcos, quero mais uma vez mostrar meu apoio e gratidão por tudo o que fez na praia de Ponta Negra, bem como por ter ajudado tanto o meu humilde negócio, já gero um emprego direto e este trabalhador contratado, assim como eu, atribuímos nosso sustento à sua luta.

!!Amigos artistas!!, não desistam, estamos todos juntos nesta luta.

IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;

Márcio Trigueiro


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Neste dia 29 Marcos Martins dirigiu-se até a câmara representando novamente em prol da causa.
Felizmente conseguimso registrar o que foi expressado pelo presidente da ATPON , Veja 


segunda-feira, 28 de maio de 2012

+ System Of a Down


System Of A Down
A força do rock politicamente engajado
Matéria feita em parceria com Bruno Palma Fernandes. Publicada na capa Dynamite número 66, de setembro de 2003. Fotos: Divulgação.

Quem foi ao cinema recentemente assistir ao filme “Tiros em Columbine”, do diretor Michael Moore, pode ver um depoimento de Marilyn Manson. Segundo Moore, na sua saga para descobrir o porquê de tantos jovens americanos cometeram atos violentos nos últimos anos, boa parte das respostas recaía sobre o músico. Se o filme, que por incrível que pareça faturou o Oscar de melhor documentário, fosse rodado hoje, outro nome do rock americano certamente participaria: System Of A Down. Não que a banda tenha muita coisa a ver com o fascínio dos americanos por armas, o tema principal do documentário, mas por representar hoje, assim como o próprio Moore, um dos grandes focos de resistência a política americana do governo Bush. Juntos, eles trabalharam no videoclipe para a música “Boom”, que mostra manifestações pacifistas contra a invasão norte-americana ao Iraque. Curiosamente, a música foi composta no início dos anos 90, quando George Bush, o pai, estava no poder, durante a Guerra do Golfo.

Mas não é de hoje que o System Of A Down toca nas mazelas americanas. Já no primeiro álbum, de 1998, as letras de Serj Tankian, embora de uma forma mais intimista, cutucavam certas nevralgias da sociedade americana. Foi depois dos acontecimentos do fatídico 11 de setembro de 2001, entretanto, que Serj (vocal), Daron Malakian (guitarra), Shavo Odadjian (baixo) e John Dolmayan (bateria), evidenciaram uma crítica mais direta à política externa americana para o Oriente Médio. O curioso é que o mundo conheceu o segundo álbum do grupo, “Toxicity” no final de agosto do mesmo ano, num show na noite de encerramento do Reading Festival de 2001, do outro lado do Atlântico.

Predestinação ou não, somando-se a isso o fato de todos os quatro serem descendentes de armênios – Serj e John são libaneses, Shavo é armênio e Daron é americano -, o cenário político internacional, incluindo aí, depois do ataque terrorista de 11 de setembro, as invasões americanas no Afeganistão e ao Iraque, ficou muito à feição para o discurso que desde sempre, honra seja feita, é adotado pelo System Of A Down. Para quem fugiu da escola, a Armênia é um pequeno país encravado entre Irã, Turquia, Azerbaijão e Geórgia. Pertence ao Leste Europeu, mas fica no limite do continente, muito próximo dos países do Oriente Médio, os maiores produtores de petróleo do mundo, sempre em crise com os Estados Unidos. É também uma região que vive em conflitos religiosos, e por isso as famílias dos nossos quatro heróis se mandaram pra a “América” na década de 70.


AÇÃO GLOBAL

Desde que, em 1997, a entrada do baterista John, o último a chegar, determinou o início oficial do grupo - antes, Serj e Daron tocaram num projeto chamado Soil - a herança da música daquela região é uma outra característica marcante, o que levou a banda a ser confundida com outras que tocavam com afinação mais baixa e formaram a avalanche nu-metal que tomou conta do mercado americano. O nome, segundo todos na banda, deveria começar com “s”, de Slayer, a única unanimidade entre eles, e foi adaptado de um poema de Serj, chamado “Victms Of A Down”. Estava dado o diagnóstico para a sociedade americana, como se ela sofresse de síndrome de down. Ainda em 97, uma apresentação convenceu o lendário produtor Rick Rubin (Slayer, Red Hot, Public Enemy) a contratá-los para a American Records, o selo do próprio Rubin, que mais tarde negociaria a distribuição mundial com a Sony. Daí o disco de estréia só ter saído no Brasil em 2000, apesar do grande sucesso conquistado mundo afora.

Sucesso que chamou a atenção, antes, de gente como Max Cavalera e Ozzy Osbourne, e que levou o SOAD a participar dos grandes festivais de verão europeu, e não só os de metal, além de nada menos do que quatro edições consecutivas do Ozzfest, fato que só aconteceu com a banda do chefão Ozzy. As agruras da fama, os infindáveis compromissos e outros atrasos burocráticos fizeram com que “Toxicity” só chegasse ao mercado em agosto de 2001, impulsionando um sucesso que não parou mais. Até o fechamento dessa edição, as vendas já ultrapassavam 4 milhões de cópias em todo o mundo, incluindo o Brasil, país em que o SOAD também caiu no gosto popular.

Em novembro de 2002, foi lançado o terceiro álbum, “Steal This Album!”. O título, algo como ”roube esse álbum”, se deve ao fato de todo o disco estar disponível no site oficial do grupo (www.systemofadown.com) muito antes de ser lançado oficialmente pela gravadora. Isso não diminuiu o interesse de quem está acostumado a comprar CDs nas lojas, e as vendas já superaram os 2 milhões de cópias. “Steel This Album!”, a rigor, é um disco de músicas antigas não aproveitadas até então, que a banda odeia chamar de “sobras”. Algumas delas, como a citada “Boom”, por exemplo, se mantêm atualíssimas.

A militância da banda também encontrou espaço no site do grupo, que reserva uma área chamada “ação global” para mostrar as atividades políticas não governamentais em todo o planeta, e que conta com a colaboração do historiador Noam Chomsky, um dos maiores críticos da política externa norte-americana. Além disso, Serj (dono da gravadora independente Serjical Strike) criou, junto com o guitarrista Tom Morello, do Audioslave, o “Axis Of Justice”, uma ONG pacifista como o objetivo de mobilizar fãs e artistas para lutar por justiça social. Atitudes como essas, associada à descendência armênia e à postura contrária a política de Bush, colocaram a CIA, Central de Inteligência Americana, na cola do System Of A Down, sob a acusação de antiamericanismo.

Já que a CIA (que só funciona mesmo em Hollywood) ainda não entrou em ação, a Dynamite capturou Shavo Odadjian para uma entrevista exclusiva, realizada por telefone, na qual o baixista dá ainda mais detalhes sobre a trajetória da banda.


O que você acha de um álbum, feito basicamente de sobras de estúdio, ter vendido 2 milhões de cópias?
Shavo Odadjian: Eu acho que são nossas músicas. São músicas de verdade, não são sobras. Nós gravamos muitas músicas e elas acabaram não cabendo nos nossos primeiros álbuns, mas isso não quer dizer que as músicas do “Steal This Album!” sejam inferiores às músicas dos outros dois discos.

A situação de guerra nos Estados Unidos afetou as vendas dos discos?
Shavo: Não presto muita atenção nisso, não ligo para o número de álbuns vendidos. O System Of A Down se preocupa em fazer boa música e que os fãs curtam, só isso.

Vocês já tiveram algum problema com fãs devido ao conteúdo das suas letras?
Shavo: Claro. Muitas pessoas acharam que as músicas eram sobre o desastre de 11 de setembro, mas na verdade muitas delas foram escritas um, ou até dois anos antes. Foi uma coincidência, simplesmente aconteceu. Muitas das canções que escrevemos acabaram fazendo mais sentido dois anos depois de elas terem sido compostas.

Como vocês se sentiram quando o videoclipe para “Boom” foi censurado?
Shavo: Primeiro eu fiquei puto. Depois eu entendi o porquê de eles terem feito isso, sabe? A guerra começou e muita gente foi para lá e não por vontade própria, foi porque era isso o que eles tinham que fazer, então o vídeo foi censurado em respeito às famílias dos militares que estavam esperando por seus filhos, maridos etc. Eu entendo o fato de o nosso vídeo ter sido banido. Não concordo com isso, mas entendo.

Daron Malakian disse que os ataques ao Iraque eram uma questão pessoal para ele, já que ele tem parentes lá. Alguma notícia deles?
Shavo: Sim, eles estão todos bem.

Qual a ligação entre Daron Malakian e Charles Manson?
Shavo: A única ligação é com o lado positivo dele. Nós lemos um livro sobre o cara, e, acredite ou não, ele acreditava em coisas fantásticas. Foi um grande defensor do meio ambiente. A música “ATWA” (air, trees, water, animals), do álbum “Toxicity”, tem grande inspiração nisso. Claro que nós conhecemos o lado ruim da história, mas nós nos apegamos ao que ele deixou de positivo.

Daron disse recentemente que vocês já têm músicas quase prontas. Você e os outros integrantes já ouviram alguma coisa?
Shavo: Ouvi muitas das músicas. O Daron escreve muito, mas eu também tenho escrito alguma coisa nesses últimos três meses. Ele escreve músicas completas, eu escrevo muitas partes de músicas e nós trabalhamos em cima disso. Gosto muito de trabalhar com esses caras, como banda. Nas próximas semanas nós vamos começar a tocar essas novas músicas um para o outro e ver o que acontece.

Existe alguma previsão de quando deve sair esse novo material?
Shavo: Não, não há previsão nenhuma. Nós não queremos apressar o trabalho. É como se fosse um filho para nós, e não vamos dar o parto enquanto ele não estiver totalmente pronto.

Serj e Daron estão trabalhando com selos. Você também se envolveu em outros projetos?
Shavo: Sim. Eu tenho dirigido vídeos para algumas bandas. Dirigir vídeos é uma paixão antiga minha. Eu também vou abrir o meu próprio selo, mas não vou falar sobre isso por enquanto. Já estou com dois artistas daqui e você ainda vai ouvir falar deles.

Surgiram rumores de que o System Of A Down lançaria alguma coisa pelo Serjical Strike (selo do vocalista Serj Tankian). Isso vai acontecer?
Shavo: Não, creio que não.

Por que a banda não está no Ozzfest desse ano?
Shavo: Porque nós não quisemos. Não me entenda mal, nós adoramos o festival, adoramos o Ozzy e tudo mais, mas nós tocamos nas quatro últimas edições. E, afinal, é o Ozzfest e não o “Systemfest”, né?

Falando em shows, vocês já receberam alguma proposta de vir tocar no Brasil?
Shavo: Sim, recebemos uma proposta há alguns anos, mas estávamos ocupados na época e acabou não dando certo. Com o lançamento do próximo disco nós devemos passar por aí sim. Nós temos muita vontade de fazer a América Latina. Eu, particularmente, tenho muito interesse pela cultura brasileira. Adoro o Brasil como país, como cultura. Adoro as pessoas daí.

Você já teve contato com música brasileira?
Shavo: Especificamente, com bandas locais, não. Fico fascinado pela percussão brasileira, que é muito forte. Eu conheço o Sepultura, cresci junto com eles. Mas eu gostaria de conhecer outras bandas do Brasil também.

Vocês, como descendentes de armênios, sofreram algum tipo de discriminação em algum ponto da carreira?
Shavo: Eu sou armênio mesmo. Nós já sofremos discriminação porque as pessoas daqui são ignorantes e não sabem de muita coisa fora daqui. Muitas pessoas ligam a Armênia ao Oriente Médio, quando na verdade é um país do Leste Europeu. Eu, inclusive, passei por um problema com seguranças uns anos atrás.

Li sobre isso. O que aconteceu exatamente?
Shavo: Eu não posso falar muito sobre isso. Mas resumindo, eu estava indo para o backstage e tinha acesso a isso, quando alguns seguranças vieram e me impediram de passar, mesmo tendo o acesso, e disseram que eu tinha que deixar o local. Eu me recusei a sair porque eu tinha que ir para o backstage para esperar o ônibus da banda. Aí os caras, fisicamente, me tiraram do recinto e eu fiquei sem ter pra onde ir.

E como ficou esse caso?
Shavo: Bom, eu tive que prestar queixa. Pode ser que nem ocorra nada, mas espero que eles pensem duas vezes antes de fazerem isso com alguém de novo.

Com relação às letras, podemos esperar um próximo disco mais pessoal, político, ou uma mistura dos dois?
Shavo: Eu diria para não esperarem nada.

É surpresa?
Shavo: Surpresa total!


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System Of a Down 
(1998)



A estréia do System of A Down veio com 13 músicas mostrando o que seria a marca registrada do grupo: trechos lentos e até suaves se alternado com outros ultrabarulhentos. Riffs propositadamente clichês do metal com evoluções inesperadas, muito fruto da herança cultural dos integrantes. Nos vocais, Serj alterna momentos cantados com outros guturais, típicos do death metal. Usando um timbre atonal, em alguns momentos soa como Jello Biafra, o ex-vocalista do Dead Kennedys. Nas letras, muita crítica ao “interior” ao ser humano, e outras, sociais, escondidas sob metáforas. “Darts”, por exemplo, lembra as vítimas de um genocídio feito pelo governo turco em 1915. Na época o visual esquisito, com maquiagem brilhante, unhas pintadas e barbichas longas reforçavam a estranheza sonora. “Sugar” foi o grande hit, e embora tenha feito muito sucesso, o disco não deu ao grupo a popularidade que viria a seguir.


Sugar EP
(1999)
Traz quatro versões diferentes para a música “Sugar”, duas para “War” e uma inédita, “Störagéd”. Lançado para cobrir o buraco enquanto o segundo disco não saía.

Toxicity (2001)

O esperado segundo álbum reforça a intenção inicial de alternar momentos de calmaria com outros agressivos. “Prision Song”, que abre o disco, já começa com riffs ultrapesados e um vocal sussurrado. A verve política aparece mais explícita e começa a citar guerras, conflitos raciais e a força do capitalismo americano. Os efeitos do 11 de setembro ajudam a impulsionar a carreira da banda e os videoclipes de “Chop Suey” e “Aerials”, aliados ao sucesso de “Toxicity”, aumentam as vendas e colocam o SOAD num patamar de popstar. O disco é elogiadíssimo em toda a mídia (eleito entre os melhores do ano em diversas publicações), e definitivamente mostra a banda fora do contexto do nu-metal, com a ausência dos elementos hip hop, das críticas evasivas e com as letras politizadas ao invés dos dramas familiares infantis. Outras músicas de destaque são “Needles”, “Deer Dance” e “Jet Pilot”.

Steal This Album(2002)

Ao invés de um disco de inéditas, o SOAD optou por manter o nome no mercado com um disco que é uma coletânea de músicas ainda não utilizadas. Ao disponibilizar todas as músicas, na íntegra, na Internet, o grupo desafiou o mercado fonográfico e saiu fortalecido, já que nas lojas, o CD vende bem. O problema é que o disco vem sem capa ou encarte, quem quiser maiores informações tem que ter computador. O grande hit é mesmo “Boom”, que fala sobre bombardeios que matam pessoas inocentes e critica os investimentos do governo americano em armamento. Outras músicas legais são “Chic’N’Stu”, pela forma com que Serj repete sílabas de um verso, criticando a indústria do consumo e do fast food, “Bubbles”, “Pictures”, “Mr. Jack” e “A.D.D.”. No geral é melhor esperar por um disco de inéditas, que certamente será mais politizado que nunca.

Fonte: Rock Em Geral

+ Velvet Revolver


Veja um trecho do novo DVD do Velvet Revolver
Vídeo foi gravado pela TV alemã e deve sair no Brasil

O Velvet Revolver está lançando o DVD “Let It Roll - Live In Germany”, com a gravação do show do grupo realizado no Palladium, em Colônia, na Alemanha. A filmagem foi feita em 2008 pelo tradicional programa de TV “Rockpalast”, e o DVD deve sair no Brasil. O show foi um dos últimos da turnê do segundo disco do grupo, “Libertad”.veja um pedaço do show, com o grupo cantando “Fall to Pieces”, e veja abaixo a lista das músicas, que inclui covers de Guns N’Roses e Stone Temple Pilots:
1- Let It Roll
2- She Mine
3- Do It For The Kids
4- Just Sixteen
5- Big Machine
6- American Man
7- Vasoline
8- The Last Fight
9- Interstate Love Song
10- Patience
11- She Builds Quick Machines
12- Get Out The Door
13-Fall To Pieces
14- It’s So Easy
15- Set Me Free
16- Mr Brownstone
17- Sex Type Thing

18- Slither



+ Iron Maiden ( TOP )


Disco do Iron Maiden é eleito o melhor em 60 anos
Grupo supera Beatles, Pink Floyd e Queen em votação

O álbum “The Number Of The Beast”, do Iron Maiden, lançado em 1982, foi escolhido o melhor disco britânico dos últimos 60 anos. A enquete, promovida para comemorar o aniversário de 60 anos da rede varejista HMV, teve mais de 30 mil votos, e o disco do Maiden ficou com 9,2% do total apurado. “The Number Of The Beast” superou álbuns de bandas como Beatles (que colocou quatro álbuns nas primeiras colocações), Pink Floyd e Queen. Veja a lista com os 10 primeiros colocados:
1- Iron Maiden -The Number Of The Beast - 9,18%
2- Depeche Mode - Violator - 6,30%
3- The Beatles - Sergeant Pepper’s Lonely Hearts Club Band - 5,69%
4- The Beatles - Abbey Road - 5,67%
5- Pink Floyd - The Dark Side Of The Moon - 5,23%
6- The Beatles - Revolver - 4,01%
7- Queen - A Night At The Opera - 3,98%
8- Oasis - (What’s The Story) Morning Glory? - 3,91%
9- Adele - 21 - 3,07%
10- The Beatles - White Album - 2,60%

- Pitty + Agridoce


Pitty admite ‘recesso’ na banda de rock e prioriza Agridoce
Projeto paralelo vira atividade principal

Em um post lançado no blog do site oficial, na semana passada, a cantora Pitty admitiu publicamente que sua banda de rock está parada e que a prioridade agora é o Agridoce, duo que tem com o guitarrista Martin. “O recesso em que minha banda de rock entrou no fim do ano passado abriu espaço para que eu pudesse me dedicar mais a esse projeto”, diz um trecho do texto postado no blog, que não era atualizado desde o final de 2011. “O Agridoce que começou tão paralelo, tão distração, se tornou a totalidade desses meus dias por conta das circunstâncias”, diz outro trecho.
De acordo com a atualização, a parada no rock não tem prazo para acabar. “Minha banda de rock está em recesso até a hora em que me aconteça aquela gana de escrever, criar, gravar”, explica Pitty. “Aquela velha fagulha que dá início a tudo. Aquela fagulha que não se provoca nem se comanda; ela é. Isso pode ser amanhã ou daqui a tempos. De novo, o tempo das artes, aquele relativíssimo. E quando ele vem é sempre poderoso e forte, porque é honesto”, completa.
Essa é a primeira vez que Pitty usa a palavra “recesso” para falar da parada da banda que leva o seu nome. Antes, o situação do grupo era apontada como “em férias”. Nesse período, como diz o texto, o Agridoce acabou se tornando a atividade principal da cantora, com lançamento de discos e vídeos, além do agendamento de várias apresentações. Na semana passada, o duo tocou no Rio

sexta-feira, 25 de maio de 2012

+ Angra


Angra: ‘muito cedo para um novo vocalista’, diz guitarrista
Rafael Bittencourt fala da saída de Edu falaschi

Usando a página que mantém no Facebook, o guitarrista do Angra, Rafael Bittencourt, na tarde desta sexta (25/5), se manifestou sobre a saída do vocalista Edu Falaschi . Num texto repleto de agradecimentos e compreensivo com as circunstâncias, Rafael não definiu a situação do grupo para o futuro. “No momento não temos planos de turnês ou álbuns e ainda é muito cedo para falarmos de um novo vocalista”, disse o guitarrista, num trecho do post. “Agora refletiremos sobre as várias possibilidades de caminhos a serem seguidos e, na sua devida hora, rumaremos ao que nos parecer melhor”, completa. Clique aqui para ler a íntegra do comunicado.

+ Slash


Novo álbum de Slash é lançado no Brasil
“Apocalyptic Love” já está á venda

O o novo álbum do guitarrista Slash, “Apocalyptic Love”, está disponível em versão nacional, via Hellion Records. Além de Slash, gravaram as músicas do disco o vocalista Myles Kennedy, cujo nome aparece na capa do CD, Todd Kerns (baixo) e Brent Fitz (bateria). A produção ficou por conta de Eric Valentine (Queens Of The Stone Age). A íntegra das músicas pode ser escutada nesse endereço. Abaixo a lista das músicas que estão no CD:
1- Apocalyptic Love
2- One Last Thrill
3- Standing In The Sun
4- You’re A Lie
5- No More Heroes
6- Halo
7- We Will Roam
8- Anastasia
9- Not For Me
10- Bad Rain
11- Hard & Fast
12- Far And Away
13- Shots Fired

+ Linkin Park


Veja o videoclipe de ‘Burn It Down’, do Linkin Park
Grupo lança novo álbum em junho

O videoclipe para a música “Burn It Down”, do Linkin Park, está disponível na página da gravadora do grupo no Facebook; basta clicar aqui e “curtir”. Outra música das novas do grupo, “Lies Greed Misery”, está liberada nesse endereço. As duas fazem parte do novo álbum da banda, “Living Things”, a ser lançado no dia 26 de junho. O disco foi produzido pelo cascudo Rick Rubin e pelo vocalista da banda, Mike Shinoda, que assinou os dois discos mais recentes do grupo. Veja abaixo a lista das músicas que estão em “Living Things”:
1- Lost in the Echo
2- In My Remains
3- Burn It Down
4- Lies Greed Misery
5- I’ll Be Gone
6- Castle of Glass
7- Victimized
8- Roads Untreveled
9- Skin to Bone
10- Until It Breaks
11- Tinfoil
12- Powerless

quarta-feira, 23 de maio de 2012

+ + Natal Sem Música


Músicos são trabalhadores !
Músicos mostram indignação da ação das autoridades, assista; 


Entrevista exclusiva da TVU, mostra a indignação de músicos da abordagem de fiscais da SEMURB, e veja também a declaração do secretário representante da SEMURB, de impedir a realização do show-protesto!
já foi mostrado e discutido assuntos para revisarem leis nas quais foram impostas há mais de 60 anos no jornal nacional. segundo mostrado nossas muitas leis são consideradas ultrapassada,muitas não acompanha a evolução industrial do homem e são generalizadas como "primatas".
 O assunto já havia ganhado espaço na Zona Mídia anteriormente ( Ler Mais )

Em natal os musicos,funcionários de estabelecimentos onde ocorrem as atrações musicais vem sofrendo de algo que o brasil luta por abolira muito tempo, " o desemprego "

" perdemos 80% dos nossos clientes, tenho 26 funcionários e não posso manter este numero " diz um dos comerciantes abordados na entrevista da TVU Notícias.

pessoas nas mídias sociais na capital clamam por seus direitos,músicos de outras regiões nordestinas e estados brasileiros desmarcam suas apresentações na capital devido ao caos causado pelas autoridades.

" Aqui na cidade não temos muita coisa, o negócio mesmo é ir para natal se não tivermos nem a capital, o que teremos então? " diz: Músico do interior do estado.

Entrevista com o Presidente dos trabalhadores de ponta negra ( ATPON ) , Marcos Martins exibida pela TVU Notícias. assista;


" O Ego das pessoas e o abuso de poder,burlam o sentimento humano dessas pessoas. os músicos,trabalhadores e até mesmo as pessoas carentes de cultura musical que é o nosso caso aqui an capital nordestina estão sendo reprimidos,voltamos aos tempos da ditadura? nós morreremos de fome,nós ficaremos desempregados,fecharam os cursos de musica nas universidades e instituições,produção cultural? acho que não faz sentido estudar por anos e perder tudo conscientemente, pagamos nossos impostos inclusive nos materiais apreendidos pela fiscalização, isso não é uma fiscalização é roubo legalizado e um desrrespeito humano "

+ Megadeth


Megadeth lança vídeo com as letras do novo single; assista
“Whose Life (Is It Anyways?)” está no novo álbum, “Thirteen”

O vídeo com as letras do single “Whose Life (Is It Anyways?)”, do Megadeth, está disponível aqui na zona mídia. A música faz parte do mais recente álbum do grupo, “Thirteen”, lançado no ano passado.

+ Neil Young


Neil Young lança o terceiro clipe do novo álbum, ‘Americana’
Assista a “Clementine”

Um novo videoclipe de Neil Young está na rede. Trata-se de “Clementine”, É o terceiro vídeo de uma música do novo álbum, “Americana”, a ser lançado no dia 5 de junho. Antes, já haviam sido lançados clipes para “She’ll Be Comin ‘Round The Mountain” e “Oh Susannah”; clique nos links para ver.
O músico volta a trabalhar com a banda Crazy Horse e o disco foi gravado em janeiro. A formação da Crazy Horse conta com Billy Talbot, Ralph Molina e Frank Sampedro. Com produção de Neil Young e John Hanlon, “Americana” é um disco com versões de canções clássicas do folk americano. Veja abaixo a lista das músicas que estão no CD:
1- Oh Susannah
2- Clementine
3- Tom Dooley
4- Gallows Pole
5- Get A Job
6- Travel On
7- High Flyin’ Bird
8- She’ll Be Comin ‘Round The Mountain
9- This Land Is Your Land
10- Wayfarin’ Stranger
11- God Save The Queen


+ Los Hermanos


Los Hermanos: show será transmitido ao vivo, nos cinemas
Apresentação de São Paulo vai chegar a 21 cidades

Tentou comprar ingressos para um dos shows da turnê de reunião do Los Hermanos e não conseguiu? Então a solução é assistir nos cinemas. É que a apresentação do dia 31 de maio, no Espaço das Américas, em São Paulo, será transmitida ao vivo, em alta definição, para salas de cinema de 21 cidades, às 22h. Os ingressos custam R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia entrada) e estão disponíveis a partir da quarta, dia 23, no site www.cinelive.com.br. Abaixo, a relação das salas (vale dar uma ligada para o cinema antes de comprar para confirmar os detalhes de cada região):
Belo Horizonte - Cinearte do Minas Shopping + Cinemark Savassi
Brasília - Severiano Ribeiro do Kinoplex Park Shop + Cinemark Pier 21
Campinas - Cineflix Galeria Shopping
Caruaru - Center Plex Caruaru
Curitiba - UCI Palladium
Florianópolis - Cinespaço Beira Mar Florianópolis
Fortaleza - UCI do Shopping Iguatemi + Center Plex do Shopping Via Sul
João Pessoa - Cinespaço MAG Shopping
Juiz de Fora - UCI Independência
Maceió - Centerplex do Patio Maceió
Maringá - Cineflix Maringá Park
Niterói - Cinemark Niterói
Porto Alegre - Cineflix do Shopping Total
Recife - UCI do Shopping Center Recife
Ribeirão Preto - UCI Ribeirão Shopping
Rio de Janeiro - Espaço Itaú Praia Botafogo + Serveriano Ribeiro do Kinoplex Tijuca + UCI New York City Center + Severiano Ribeiro do Fashion Mall + Cinemark Botafogo + Cinemark Downtown
Salvador - Cinemark Salvador Shopping
Santos - Roxy Santos
São José dos Campos - Cineflix Shopping Vale Sul
São Paulo - Serveriano Ribeiro Shopping Vila Olímpia + UCI Shopping Jardim Sul + Espaço Itaú Frei Caneca + Cinermark Santa Cruz + Cinemark Eldorado + Cinemark Market Place
Sorocaba - Cinespaço Villagio Sorocaba