Morre o locutor e sonoplasta Jorge Luiz, aos 57 anos 96 FM e radialistas de todo estado lamenta a grande perda
O locutor Jorge Luiz faleceu, aos 57 anos, na manhã de domingo (22) em sua casa. De acordo com sua viúva, Dona Ione, Luiz estava doente há quatro anos e tinha problemas cardíacos e de hipertensão. Ele teve dois AVCs. Dona Ione falou a equipe do Nominuto.com que o locutor tinha sofrido uma trombose há duas semanas. Não se sabe a causa da morte de locutor, a família está esperando um laudo médico para que o corpo seja liberado para o velório. De acordo com o locutor Rô Medeiros, amigo de Jorge Luiz, o enterro será no Cemitério Park, em Nova Descoberta, na segunda-feira (23). “A minha vida era ele, estou horrível. Eu vivi muito a vida dele, nesse período de dificuldades”, falou a viúva. Ele também deixou uma filha chamada Marcela. ”Jorge Luiz foi um dos grandes profissionais do rádio que conheci ao longo da minha carreira.
Bom sonoplasta, versátil, rápido e conhecedor da comunicação radiofônica. Ele marcou época como um dos primeiros profissionais da equipe do Jornal 96. E colaborou muito para consolidar o padrão de qualidade do programa”, declarou Diógenes Dantas, editor-chefe e apresentador do Jornal 96. Jorge Luiz Gouveia era do Rio de Janeiro e trabalhou em algumas rádios cariocas. Na década de 1980 veio para Natal e trabalhou por 25 anos na rádio 96 FM. Primeiramente, ele começou o trabalho como operador de áudio e depois, começou fazer as locuções. O locutor estava afastado das rádios, devido aos seus problemas de saúde. “Um momento de dor para o rádio de Natal, porque ele viu o surgimento das rádios FM na cidade. É uma perda irreparável”, disse o locutor da rádio 96 FM, Guiba Melo. Ênio Sinedino, diretor da 96 FM, disse que a notícia do falecimento do locutor foi uma surpresa para a equipe da rádio e lamenta o ocorrido. “Apesar de sabermos a gravidade do seu problema de saúde, foi uma surpresa. Ele foi um dos maiores colaboradores do rádio. A gente está muito triste. É uma perda não só para a 96 FM, mas para o rádio natalense”, respondeu.
Metallica: crítica do livro 'Metallica: A Biografia'
Mais do que a história da maior banda de heavy metal de todos os tempos - em números absolutos, nenhum outro nome do gênero vendeu mais discos que o grupo -, Metallica: A Biografia, de Mick Wall, é a história da vida de seus dois líderes: Lars Ulrich e James Alan Hetfield.
Ulrich, filho de uma rica família europeia e que desde cedo conviveu de maneira muito próxima não só com a música, mas com diversas formas de artes, se tornou um frontman atrás de uma bateria. Um cara que fala tudo o que pensa sem pensar duas vezes, arrogante, seguro e com um senso estratégico reconhecido e admirado por todos, e que poderia ter seguido uma carreira de sucesso dentro da indústria musical. No outro oposto, Hetfield, o típico filho de um lar desfeito norte-americano, abandonado pelo pai, que perdeu a mãe de forma prematura e cresceu seguindo os preceitos discutíveis de uma religião extremista, transformando-se em um adulto fechado e inseguro amparado por doses cavalares de álcool.
Mick Wall, um respeitável jornalista de rock inglês com passagens pela Kerrang, Classic Rock e autor de outra altamente recomendável biografia rockeira - Quando os Gigantes Caminhavam Sobre a Terra, do Led Zeppelin -, desde cedo conviveu com a banda, chegando a ser amigo próximo de Lars. Isso dá ao livro um toque especial, com histórias de bastidores deliciosas e, muitas vezes, desconhecidas do grande público.
O que fica claro é que o Metallica sempre esteve à frente das demais bandas de cena thrash, fato esse reconhecido pelos próprios músicos de grupos como Slayer, Exodus, Anthrax e até mesmo pelo Megadeth de Dave Mustaine. A transformação de Ulrich, de fanático pela NWOBHM à principal mente pensante por trás do Metallica, é contada com uma grande riqueza de detalhes. Da admiração de toda a cena da Bay Area pelo "moleque europeu com sotaque engraçado e dono de uma grande coleção de discos" ao ódio em escala mundial motivado pelo processo movido contra o Napster, Mick Wall mostra um Lars Ulrich de uma maneira poucas vezes vista, principalmente aqui no Brasil, onde o entendimento sobre a sua importância para o Metallica é muitas vezes menosprezada.
Sobre James, é fascinante perceber a evolução do moleque quieto e cheio de espinhas em um dos maiores símbolos e músicos da história do heavy metal. Da inflluência enorme de seu jeito único de tocar guitarra - sim, ninguém fazia bases "pedaladas", pesadas e tão precisas antes de James surgir -, que moldou a sonoridade do thrash metal comprovando que não era preciso tocar solos mirabolantes para ser um guitar hero, à sua coragem em expor os seus traumas pessoais em letras que se tornaram cada vez mais pessoais e transparentes com o passar dos anos, a trajetória de Hetfield fascina por mostrar um músico que, mesmo nos momentos mais controversos da carreira do Metallica, manteve-se fiel às suas crenças o quanto isso foi possível.
Há vários momentos de destaque no livro. Os primeiros anos, o inegável impulso que a entrada de Dave Mustaine deu à banda - e Mustaine é tratado com a devida reverência e respeito -, a traumática perda de Cliff Burton, a entrada de Jason Newsted, a explosão mundial com o "Black Album", as experimentações nem sempre certeiras de "Load" e "Reload", o equivocado "St Anger" e a redenção com "Death Magnetic" são esmiuçados por quem viveu tudo isso de perto. Há dezenas de entrevistas com pessoas próximas à banda, e o resultado é um retrato contundente desta que é uma das mais importantes bandas da história do rock - principalmente pelo fato de não ser uma biografia autorizada chapa branca.
Metallica: A Biografia é leitura obrigatória não só para os fãs do grupo e do heavy metal, mas também para quem quer saber como funciona a indústria musical mais a fundo. Aqui no Brasil há um excesso de romantismo sobre o rock e o metal, como se os músicos de uma banda fossem inegavelmente grandes amigos e gostassem muito um dos outros, o que nem sempre é verdade. O livro de Wall desmistifica essa visão, mostrando como foram montadas as estratégias que levaram a banda ao topo, as divergências entre Lars e James e o papel fundamental que a Q Prime, empresa comandada por Peter Mensch e Cliff Burnstein, teve na história do grupo.
Percebe-se também um esforço de Mick Wall em tentar comprovar que Cliff Burton teria aprovado as transformações que o Metallica passou durante toda a sua carreira, buscando argumentos em entrevistas antigas e depoimentos de pessoas próximas a Cliff para legitimizar desde a maior acessibilidade apresentada em "Black Album" até as experimentações musicais de "Load". Uma postura desnecessária, na minha opinião.
Mesmo com algumas falhas de revisão e informações históricas erradas ao longo de suas mais de 400 páginas - como datas de lançamentos de álbuns e coisas do tipo -, Metallica: A Biografia é um livro excelente, uma leitura fundamental que fornece dezenas de elementos para entender como o Metallica se transformou na maior banda de heavy metal de todos os tempos.
Músico do Los Hermanos deve participar do próximo álbum de inéditas do compositor baiano, ainda sem título
A Natura Musical divulgou esta semana um vídeo do cantor Tom Zé gravando com Rodrigo Amarante, vocalista e guitarrista do grupo Los Hermanos. Os dois trabalharam em uma canção inspirada nas portas dos elevadores britânicos.
"Assim que eu nasci, já disseram logo: se prepara que o Tom Zé vai te chamar", brincou Amarante. "Sou fã do Tom Zé, né? Pô, e quem não é?"
Veja abaixo o vídeo em que os dois registram uma conversa e gravam um trecho da música inédita:
Uma nova música do Mogwai, “Earth Division“, está disponível nesse endereço. Ela foi feita por encomenda para a coletânea “Occupy This Album”, fruto de um projeto de apoio ao movimento Occupy Wall Street. O CD - quádruplo - tem a participação de vários artistas, incluido Patti Smith, Willie Nelson e Tom Morello. O lançamento acontece no dia 15 de maio.
O Mogwai volta ao Brasil em maio, onde se apresenta no Rio e em São Paulo. Na capital paulista o grupo é uma das atrações do festival Sónar, no dia 12, e, no Rio, toca no Circo Voador, dia 15.
Uma nova música de Joey Ramone, “There’s Got to be More to Life”, está com a audição disponível nesse endereço. Trata-se da segunda faixa do novo disco solo do vocalista dos Ramones, “…Ya Know?”, a ser lançado em maio, 11 anos depois de sua morte. Antes, “Rock ‘N Roll is the Answer” veio à tona; ouça aqui. O disco é uma coletânea de demos e gravações que estavam inéditas, cuja organização coube ao irmão de Joey, Mickey Leigh, que também é músico.
Supergrupo da guitarra, G3 volta ao Brasil em outubro
Formação tem Joe Satriani, John Petrucci e Steve Morse
O supergrupo G3 volta ao Brasil em outubro, para duas apresentações, no Rio e em São Paulo. O grupo de guitarristas, liderado por Joe Satriani, toca no Rio, no Citibank Hall, dia 11; e em São Paulo, no Credicard Hall, dia 12. Os clientes Credicard, Citibank e Diners têm pré-venda exclusiva entre os dias 7 e 13 maio, e o grande público poder adquirir os ingressos a partir de 14 de maio. As informações dos valores dos ingressos e os esquemas de venda não foram anunciados.
Na formação atual, além de Satriani, estão John Petrucci (do Dream Theater) e Steve Morse (atualmente no Deep Purple). No G3, a banda de cada guitarrista tem direito à um set, e, no final, todos tocam juntos. O G3 existe de 1996, sempre com Joe Satriani à frente. Já participaram do projeto nomes como Steve Vai, Eric Johnson, Kenny Wayne Shepherd, Robert Fripp e Yngwie Malmstein, entre outros. Clique aqui para saber mais sobre o G3.
Uma nota oficial emitida pela produtora Top Link Music informa que o Anthrax, por decisão de seu empresário, não vai mais se apresentar no Metal Open Air, festival que acontece neste final de semana, em São Luís, no Maranhão. As demais datas do grupo no Brasil, no Rio de Janeiro, São Paulo e em Porto Alegre, estão confirmadas.
Com isso, já são 12 bandas canceladas no festival. Além do Anthrax, as estrangeiras Rock N Roll All Stars, Saxon e Venom, e as nacionais Unearthly, Expose Your Hate, Terra Prima, Shadowside, Hangar, Stress, Ratos de Porão e Andre Matos cancelaram a participação alegando problemas como falta de pagamento, envio de passagens e visto de trabalho.
O Metal Open Air começou ontem (21/4) com um atraso de cinco horas, mas, de acordo com os organizadores, não há como o evento ser cancelado. Desde a última quinta, pipocam notícias na imprensa que dão conta de problemas de infra-estrutura, envolvendo não pagamento de valores a empresas terceirizadas, incluindo segurança, alimentação e higiene; atraso na montagem da estrutura; e falta da liberação dos bombeiros para a realização do festival, entre outros. A expectativa é de que o evento seja cancelado a qualquer momento.
Metal Open Air: João Gordo pede a prisão dos envolvidos
Vocalista do Ratos de Porão desabafou no show do Recife
O vocalista do Ratos de Porão, João Gordo, se manifestou sobe os problemas que estão acontecendo no Metal Open Air, festival que está sendo realizado em São Luis, no Maranhão. “Tem que ir pra cadeia, fudeu com a história de 30 anos que nós fizemos com os gringos”, esbravejou Gordo, durante o show do Ratos no Abril Pro Rock, no Recife. O grupo é uma das atrações anunciadas para o Metal Open Air que cancelou a participação. “Recebemos o cachê mas teremos que usá-lo para emitir nossas aéreas de volta de Recife para São Paulo”, explica uma nota emitida na sexta (20/4).
Assim como na sexta, no sábado o Metal Open Air continuou apresentando problemas de infra-estrutura. O principal deles foi com a equipe técnica de som do evento, que desplugou os equipamentos alegando falta de pagamento. Os shows começaram com sete horas de atraso, e apenas quatro das 13 bandas se apresentaram, depois de uma sucessão de cancelamentos - Blind Guardian e U.D.O. são os que cancelaram recentemente. Os produtores trocaram acusações publicamente e o festival esteve ameaçado de ser cancelado durante todo o dia. O policiamento foi reforçado no local, mas não houve atrito com o público.
O Metal Open Air começou na sexta (21/4) com um atraso de cinco horas. Desde a última quinta, pipocam notícias na imprensa que dão conta de problemas de infra-estrutura, envolvendo não pagamento de valores a empresas terceirizadas, incluindo segurança, alimentação e higiene; atraso na montagem da estrutura; e falta da liberação dos bombeiros para a realização do festival, entre outros.
Tributo ao Guitarrista,cantor,compositor e produtor George Harrison.
O Ex-Beatles ganha espaço na zona
George Harrison, MBE (Liverpool Nasceu em 25 de fevereiro de 1943 — Falecido em Los Angeles, 29 de novembro de 2001) foi um artista inglês, cuja carreira abrangeu diversas áreas. Guitarrista, cantor, compositor, ator e produtor de cinema, Harrison atingiu fama internacional como guitarrista dos Beatles. Por vezes referido como "o Beatle quieto", Harrison, com o passar do tempo, tornou-se um admirador do misticismo indiano, introduzindo-o aos Beatles, assim como aos seus fãs do Ocidente.Após a dissolução da banda, ele teve uma bem-sucedida carreira solo; posteriormente, também obteve sucesso como membro do Traveling Wilburys e como produtor de cinema e musical. Harrison ocupa a 11ª posição da lista "Os 100 Maiores Guitarristas de Todos os Tempos", da revista Rolling Stone.
Ainda que a maioria das músicas dos Beatles tenham sido compostas por Lennon e McCartney, os álbuns do grupo, a partir de With the Beatles (1963), geralmente incluíam uma ou duas músicas de autoria de Harrison.Suas últimas composições com o grupo incluíram "Here Comes the Sun", "Something" e "While My Guitar Gently Weeps". À época do fim da banda, Harrison havia acumulado uma grande quantidade de material, lançado em seu aclamado álbum triplo All Things Must Pass, de 1970, do qual saíria o single "My Sweet Lord". Em complemento à sua carreira solo, Harrison co-escreveu, junto de Ringo Starr, duas músicas de sucesso, assim como músicas para os Traveling Wilburys — o supergrupo formado por ele, Bob Dylan, Tom Petty, Jeff Lynne e Roy Orbison, em 1988.
Harrison se envolveu com a cultura indiana e o hinduísmo no meio dos anos 60, ajudando a expandir e disseminar, pelo Ocidente, instrumentos como o sitar e o movimento Hare Krishna. Juntamente de Ravi Shankar, ele organizou um grande evento de caridade em 1971, o Concerto para Bangladesh.
Além de musicista, Harrison também foi um produtor musical e co-fundador da HandMade Films. Em seu trabalho como produtor de cinema, ele colaborou com artistas como Monty Phyton e Madonna.
Casou-se duas vezes, com a modelo Pattie Boyd, de 1966 a 1974, e por 23 anos com Olivia Trinidad Arias, com quem teve um filho, Dhani Harrison. Era amigo íntimo de Eric Clapton. É o único Beatle a ter publicado uma autobiografia, I Me Mine, em 1980. Harrison morreu de câncer de pulmão, em 2001.
Morte
O primeiro sinal de câncer de George apareceu na década de 1990, no pulmão. Ele enfrentou várias cirurgias para eliminá-lo. Em 2001, o câncer reapareceu em metástase. Apesar dos tratamentos agressivos, logo se descobriu que era terminal, decidindo de imediato passar seus últimos dias em família e trabalhar em alguns projetos para posteriormente serem terminados por sua viúva e filho.
Segundo o site Netparque,"Quando, às oito da manhã de sexta-feira, 30 de Novembro, o Mundo soube da morte de George Harrison, já o seu corpo tinha sido cremado e as suas cinzas a caminho de um rio sagrado da Índia.
O ex-Beatle preparou ao milímetro a sua morte, longe da ribalta, discretamente, como era sua filosofia de vida, não permitindo a invasão da sua privacidade e da sua família.
Só três pessoas sabiam onde e como George Harrison iria morrer: a mulher, Olivia, e o amigo, Gavin De Becker, que se encarregou do plano, como o NetParque oportunamente noticiou.
Nem o filho, Dhani Harrison, sabia onde o pai iria morrer, para que o círculo do segredo ficasse ainda mais fechado.
O jornal britânico "News Of The World" conta este domingo como tudo se processou.
No dia 14 de Novembro, quando estava internado em Nova Iorque, George Harrison foi avisado de que já não teria muito tempo de vida. "Onde vou morrer?", perguntou.
Postas de parte as hipóteses de morrer na sua casa em Londres ou no Staten Island University Hospital, de Nova Iorque, onde estava internado, George Harrison combinou com Gavin De Becker que morreria protegido por este em Beverly Hills, afastado dos olhares do Mundo, depois de ter ponderado a hipótese de sua casa no Hawai.
"George Harrison não queria a sua fotografia num caixão como epitáfio", disse um amigo.
O LEGADO DEIXADO POR GEORGE HARRISON
Um solo de guitarra da música “Here Comes The Sun”, dos Beatles, foi descoberto depois 43 anos.Trecho ficou de fora de clássico do grupo. O solo teria ficado de fora da versão final da música, que faz parte do álbum “Abbey Road”, o 11o do grupo, lançado em 1969. A descoberta foi feita pelo filho de George Harrison (autor do solo), Dhani, o produtor George Martin e o filho, dele, Giles, numa visita ao estúdio onde o disco foi gravado.Veja o vídeo gravado durante a tal visita e ouvir o solo perdido.
É sob essa melodia encerramos nosso espaço para essa lenda chamada george harrison
Com novo álbum, Kiss quer chegar ao topo das paradas
Grupoo nunca passou do quinto lugar
Com o novo álbum, “Monster”, concluído em janeiro, o guitarrista/vocalista do Kiss, Paul Stanley, espera que o grupo atinja o topo das paradas. “Deve ser o nosso álbum que deve chegar ao número 1, e é o disco que faz justiça a tudo o que já fizemos antes”, diz Stanley, em um vídeo divulgado oficialmente pelo grupo. “É de longe a melhor coisa que já fizemos em décadas”, completa. Na história do Kiss, os três álbuns que chegaram mais perto do feito foram “Love Gun” (1977), “Psycho Circus” (1998) e “Sonic Boom” (2009), que chegaram ao Top 5, nos Estados Unidos. Não foi anunciada uma data para o lançamento de “Monster”, mas o disco é esperado para junho.
Velvet Revolver lança DVD de show captado por TV alemã
Vídeo deve ser lançado no Brasil
O Velvet Revolver está lançando o DVD “Let It Roll - Live In Germany”, com a gravação do show do grupo realizado no Palladium, em Colônia, na Alemanha. A filmagem foi feita em 2008 pelo tradicional programa de TV “Rockpalast”, e o DVD, que deve sair no Brasil, será lançado no dia 25 de maio. Veja abaixo a lista das músicas, que inclui covers de Guns N’Roses e Stone Temple Pilots:
Uma nova música do novo álbum do Six Feet Under, “Undead”, está disponível Ela se chama “18 days” e pode ser escutada aqui. Anteriormente, outra faixa, “Formaldehyde”, veio à tona, e está liberada Nesse Endereço.
“Undead” será lançado no dia 22 de maio, e a produção do disco, o primeiro desde as saídas do baixista Terry Butler e do baterista Greg Gall, há cerca de um ano, ficou à cargo de Mark Lewis (DevilDriver, Trivium). A atual formação conta com Chris Barnes (vocal), Rob Arnold e Steve Swanson (guitarras), Jeff Hughell (baixo) e Kevin Talley (bateria). Veja o track list do CD:
O cantor de funk MC Primo morreu após ser baleado no final da tarde desta quinta-feira (19), no bairro Jóquei Clube, em São Vicente.
#OFunkPedePaz em luto ao asssassinato do cantor.
MC Primo foi atingido com 5 tiros, segundo informações. Ele chegou a ser levado para o Hospital Crei de São Vicente, mas não resistiu aos ferimentos. Dentre as músicas conhecidas estão “Diretoria”, “Máquina de Fazer Dinheiro” e “Longe de Mim”. O cantor ainda foi candidato a vereador em São Vicente em 2008.
Cerca de uma hora após da confirmação da morte, MC Primo figurava entre os assuntos mais comentados da rede de microblogs Twitter no estado de São Paulo e no Brasil. Alguns usuários estão promovendo a hashtag
Duda do Marapé
No dia 12 de abril do ano passado, Eduardo Antônio Lara, o Duda do Marapé, foi assassinado com nove tiros sob o elevado ao lado da Rodoviária de Santos, em uma região conhecida como Cracolândia.
Um ano após a morte do cantor, a Polícia Civil ainda não tem pistas de quem o matou.
A discografia completa do Los Hermanos está sendo relançada em vinil de 180 gramas este mês. A ideia é antiga, sendo que o grupo, que está no comando do projeto, já autorizou o relançamento anteriormente e voltou atrás. Serão relançados os quatro álbuns de estúdio e uma caixa “deluxe” com os quatro discos e mais um item exclusivo da caixa, o álbum “Los Hermanos na Fundição Progresso”. São três discos duplos - “Bloco do Eu Sozinho” (2001), “Ventura” (2003) e “Los Hermanos na Fundição Progresso” (2007) - e dois simples, “Los Hermanos” (1999) e “4” (2005).
O novo single do P.O.D., “Lost In Forever”, está disponível, e também à venda no iTunes. A música faz parte do novo álbum do grupo, “Murdered Love”, a ser lançado no dia 19 de junho. O disco foi produzido por Howard Benson, o mesmo do grande sucesso da banda, “Satellite”, lançado em 2001, e que já assinou álbuns de artistas como a cantora Kelly Clarkson e o grupo My Chemical Romance.
Segundo show da perna sul americana da turnê levou 30 mil pessoas ao Estádio Defensores del Chaco e parou a capital Assunção. Foto (do show do Rio): Marcos Hermes/Divulgação.
Assim como aconteceu no último domingo, em Montevidéu, no Uruguai, Paul McCartney parou o Paraguai ontem (17/4), quando a turnê “On The Run” passou pelo Estádio Defensores del Chaco, na capital Assunção. Cerca de 30 pessoas compareceram ao show, mas o espetáculo foi assisido em telões e cometado por todo o País, que recebeu McCartney pela primeira vez na história.
O show foi celebrado como um encontro de gerações, famílias e tribos de diferentes segmentos do rock, incluindo hippies, punks e moderninhos de plantão. Simpático, Paul falou algumas palavras não só em espanhol, mas em guarani, língua de origem dos paraguaios, conquistando o público, que vibrava a cada canção.
O repertório teve ligeiras alterações em relação ao show de Montevidéu, e a abertura foi com “Magical Mystery Tour”, dos Beatles. Do novo álbum, “Kisses On The Bottom”, só “My Valentine” entrou no repertório, com o clipe da canção, lançado na sexta passada, estrelando Natalie Portman e Johnny Depp, sendo exibido no telão; veja o set list completo no final do texto.
O roteiro do espetáculo se assemelha ao dos shows que passaram pelo Brasil em 2010, em São Paulo, e em 2011, no Rio. A banda de Paul McCartney é também a mesma que toca com o músico há 10 anos, com Brian Ray (baixo e guitarra), Rusty Anderson (guitarra), Paul Wix Wickens (teclados) e Abe Laboriel Jr (bateria). Juntos, eles já fizeram mais de 250 shows nesse período.
Agora, a turnê de Paul McCartney passa ainda por Bogotá, na Colômbia, amanhã, antes de desembarcar no Brasil, onde o músico tem duas apresentações agendadas no Recife, no Estádio do Arruda, nos dias 21 (com ingressos esgotados) e 22, e uma em Florianópolis, no Estádio da Ressacada, na quarta, dia 25. Os ingressos estão sendo vendidos através do site www.zetks.com.br.
A turnê “On the Run” teve início em julho do ano passado, com uma apresentação no Yankee Stadium, em Nova Yorque, e já passou por algumas cidades nos Estados Unidos, Canadá, Europa e Emirados Árabes. Na sequência, após os shows do Recife e de Floripa, ela segue para o México, onde duas apresentações estão agendadas, nos dias 5 e 8 de maio, respectivamente em Guadalajara e na Cidade do México.
Veja quais músicas foram tocadas no show de ontem, no Paraguai:
A música “Payphone”, do Maroon 5, está com a audição disponível. Com participação do rapper Wiz Khalifa, ela faz parte do novo álbum do grupo, “Overexposed”, a ser lançado no dia 26 de junho. Trata-se do quarto disco do Maroon 5, atração do Rock In Rio do ano passado, e que deve voltar ao Brasil este ano, conforme noticiado antes, para shows em várias capitais. Mais informações em breve.
Ouça a nova música do Arctic Monkeys, ‘Electricity’
Faixa é o lado B de single “R U Mine?”
Conforme noticiado antes, uma nova música do Arctic Monkeys vai ser lançada no dia 21 de abril, quando se comemora o chamado “Record Store Day”. Trata-se de “Electricity”, que o grupo decidiu, entretanto, soltar hoje.
Ela é o lado B de um vinil roxo, que tem no lado A “R U Mine?”, música lançada on line em fevereiro; veja o clipe aqui.
Antecipando mais uma faixa do novo álbum, “Strangeland”, o Keane disponibiliza o clipe da música “Disconnected”.
Antes, o grupo já havia soltado o vídeo para “Silenced By The Night”.
“Strangeland” vai ser lançado no dia 7 de maio, como sucessor de “Perfect Symmetry”, de 2008, e tem a produção de Dan Grech-Marguerat (The Vaccines). O lançamento acontece em CD, CD com quatro faixas bônus, LP em vinil, CD/DVD deluxe e download digital. Abaixo, a lista de músicas que estão no CD regular:
Rush: assista ao vídeo com as letras do novo single
“Headlong Flight” estreia hoje nas rádios americanas e do Canadá
Um vídeo com as letras do novo single do Rush, “Headlong Flight”, está disponível no site oficial do trio. A música, que faz parte do novo álbum do grupo, “Clockwork Angels”, estreia nas rádios americanas e do Canadá nesta quinta, 19. É a primeira faixa do álbum à vir à tona desde “Caravan” e “BU2B”, que saíram em 2010.
“Clockwork Angels” é o 20o álbum da carreira do Rush, e vem sendo gravado aos poucos, com interrupções para as contínuas turnês. A produção ficou à cargo de Nick Raskulinecz, o mesmo do álbum “Snakes & Arrows”, de 2007, e o lançamento acontece no dia 12 de junho. A encomenda, no entanto, já pode ser feita nesse local.
Um trailer do álbum foi postado no site oficial do grupo, onde é possível ouvir cerca de 30 segundos de duração de uma das novas músicas. Clique aqui para assistir.
No Reino Unido, o disco será disponiblizado encartado numa edição especial da revista “Classic Rock”. A chamada “Fan Pack edition” chega às lojas no dia 11 de junho, mas já pode ser encomendada nesse endereço.
A publicação tem 132 páginas falando só do trio canadense, incluindo entrevistas com os integrantes Geddy Lee, Alex Lifeson e Neil Peart, e com pessoas relacionadas ao grupo, como o criador da capa do álbum “2112″, clássico do grupo, lançado em 1976.
O novo álbum aparece na revista sendo analisado por integrantes de bandas como Manic Street Preachers, Porcupine Tree e Mastodon, além de produtores que já trabalharam com o Rush: Terry Brown, Rupert Hine e Peter Collins. Veja abaixo a lista das músicas que estão no CD:
O Red Hot Chili Peppers vai lançar um EP de covers em comemoração a ingresso do grupo no Rock And Roll Hall of Fame, que aconteceu no sábado passado, em Cleveland, nos Estados Unidos. O grupo vai reunir músicas do Ramones (”Havana Affair”), Iggy and the Stooges (”Search and Destroy”), Neil Young (”Everybody Knows This Is Nowhere”), David Bowie (”Suffragette City”), Beach Boys (”I Get Around”) e Dion and the Belmonts (”A Teenager In Love”), totalizando seis faixas. Nem a data de lançamento nem os formatos foram definidos.
Sex Pistols vai relançar single ‘proibido’ pela Rainha
“God Save The Queen” foi banido das rádios em 1977
O single “God Save The Queen”, dos Sex Pistols, deve ser relançado este ano, 35 anos depois de causar controvérsia no Reino Unido, por ferir o orgulho britânico ao atacar diretamente a Rainha. Lançado origialmente em 27 de maio de 1977, durante as comemorações da as Bodas de Prata da Rainha, o single foi banido das rádos, que se recusavam a tocar a música título, incluindo a estatal BBC. Embora tenha esgotado toda a tiragem, “God Save The Queen” ficou em segundo lugar na parada, perdendo para “I Don’t Want To Talk About It”/”The First Cut Is The Deepest”, de Rod Stewart. Boatos dão conta de que a própria Rainha teria interferido, pessoalmente, para alterar a ordem das músicas na lista dos mais vendidos.
Nova ‘reunião’ do Nirvana tem produtor de ‘Nevermind’
Post no twitter revela projeto com convidado especial
Quando Dave Grohl chamou o produtor Butch Vig para cuidar do novo disco do Foo Fighters, “Wasting Light”, e também o baixista Krist Noviselic, para gravar em uma das faixas, sem querer ele promoveu a primeira “reunião” do Nirvana desde a morte de Kurt Cobain, em 1994. Note que Vig produziu o clássico “Nevermind”, grande sucesso do trio.
Agora, os três estão juntos de novo, em estúdio, fazendo sabe-se lá o que. O assunto era para ser segredo, mas Butch Vig não resistiu e foi contar - ou dar pistas - no twitter. “As últimas 24 horas foram surreais”, disse o produtor. “Tivemos uma grande gig no (estúdio) El Rey esta noite, e passamos o dia gravando com Dave (Grohl), Krist (Novoselic) e um convidado especial”, completou, no post da sexta, dia 12. Com as pistas lançadas, resta saber quem é o tal convidado e que projeto é esse.
O álbum solo do ex-guitarrista do White Stripes, Jack White, já circula livremente em sites de compartilhamento de arquivos. Embora esteja envolvido em vários trabalhos paralelos, “Blunderbuss” é o primeiro trabalho solo de White, a ser lançado próximo dia 23. O disco tem 13 faixas e foi produzido pelo próprio Jack White. Veja abaixo a lista das músicas que estão no CD. assista ao video clipe “Sixteen Saltines”:
Foo Fighters: nova biografia de Dave Grohl sai no Brasil
“Dave Grohl - Nada A Perder” é o segundo livro do líder do grupo lançado este ano
Já está á venda nas lojas do ramo a biografia “Dave Grohl - Nada A Perder”, de Michael Heatley, que ganhou versão em português por Tony Aiex, o homem por trás do site “Tenho Mais Discos Que Amigos!”. Com cerca de 200 páginas, o livro mostra a trajetória do ex-baterista do Nirvana e líder do Foo Fighters, passando pelos seus inúmeros projetos paralelos. A bio traz a discografia completa de Grohl, desde sua primeira fita demo, em cassette, até o último disco do FF.
O britânico Michael Heatley é autor de mais de 30 biografias, incluindo a de grupos como Bon Jovi e Deep Purple e artistas como Neil Young e John Lennon. Já lançou mais de 100 livros sobre música, televisão e esportes, e já colaborou com publicações como Billboard, Music Week, Radio Times e Mail On Sunday. Lançado originalmente em 2006, “Dave Grohl - Nada a Perder” vem sendo atualizado com diversas revisões, sendo a mais recente datada de setembro de 2011.
Nota: “Dave Grohl - Nada A Perder” é uma biografia de Michael Heatley, e “This Is a Call: a vida e a música de Dave Grohl” é outra biografia, de Paul Brannigan. As duas foram lançadas recentemente no Brasil.
Frances cobain diz " O twitter deveria banir minha mãe! "
Declaração dada após courtney love acusar dave grohl de assediar frances cobain
FRANCES BEAN COBAIN respondeu ao recente piti de sua mãe, COURTNEY LOVE, onde ela acusou o líder do FOO FIGHTERS, DAVE GROHL, de assediar sua filha de 19 anos.
“Geralmente me calo quanto aos assuntos de minha mãe biológica, mas seu recente escândalo tomou um rumo nojento”, disse Cobain. “Eu nunca fui abordada por Dave Grohl de um modo que não fosse platônico. Eu estou em uma relação monógama e muito feliz. O Twitter deveria banir minha mãe.”
Grohl também dissipou as acusações de Love: “Infelizmente, Courtney está dando outro chilique pelo Twitter”, ele disse em um comunicado divulgado no fim desta quarta-feira. “Essas novas acusações são perturbadoras, ofensivas e completamente falsas.
Stu Cook, que volta ao Brasil em março com o Creedence Clearwater Revisited, nem quer ouvir falar da volta de John Fogerty, autor de todas as músicas
Na formação do Creedence Clearwater Revisited, Stu Cook é o de camisa branca, e Cosmo o de camiseta
O baixista da formação original do Creedence Clearwater Revival, Stu Cook, deixou claro que não deve acontecer uma reunião do grupo, como tem cogitado o vocalista/guitarrista Jonh Fogerty. “Toda essa conversa de reunião do ‘Revival’ não tem fundamento”, disse baixista, seco, numa entrevista concedida via-emai. “Eu não acredito que ele (Fogerty) disse isso (que gostaria de voltar com o Creedence), muito menos para mim ou para o Cosmo (baterista)”, completou Cook, duvidando das notícias que têm pipocado na imprensa internacional desde o ano passado.
Ele, Doug “Cosmo” Clifford, John Tristao (vocal e guitarra base), Kurt Griffey (guitarra solo, que entrou no ano passado) e Steve Gunner (teclados, harmônica e percussão), voltam ao Brasil em março, para uma turnê que passa por seis cidades, atendendo pelo nome de Creedence Clearwater Revisited. O projeto, criado como brincdeira, só para manter o legado do grupo original, tocando em pequenos bares no interior dos Estados Unidos, foi muito além do que se esperava. “Estamos entrando no 18o ano em 2012″, conta Cook. “Tem sido uma experiência incrível, que nós nunca imaginamos que fosse acontecer. O ‘Revisited’ tocou mais de mil vezes em mais de 30 países, para mais de um milhão de fãs”, contabiliza. “Fazemos mais de 75 shows por ano”. Só no Rio, está já é a terceira vez do grupo, sempre com casa lotada.
Nesses 17 anos, o grupo só lançou um único álbum, “Recollection”, em 1997, justamente uma coletânea de momentos gravados ao vivo e - pasmem- jamais gravou sequer um DVD/Blu-ray. “Nunca foi nossa intenção acrescentar nada ao repertório original do Creedence. Podemos fazer novas gravações ao vivo, e esperamos ter um DVD no futuro, mas essa não é a prioridade”, diz o baixista. O negócio deles é tocar.
John Fogerty no show do Rio, em maio de 2011
Convenhamos que uma banda que não compõe, não lança discos e não renova o próprio repertório estaria fadada ao fracasso, mas não é esse o caso do Creedence Clearwater Revisited. E se isso acontece é porque o grupo tem um punhado de canções consagradas as quais as pessoas simplesmente não se cansam de ouvir. Ocorre que esse repertório é praticamente todo de autoria de John Fogerty, daí a esperança dos fãs mais dedicados em ver o grupo reunido outra vez. Só no álbum “Recolletion”, que é basicamente o repertório do “Revisited” até hoje, das 22 faixas do CD duplo, 18 são de Fogerty e as outras quatro são covers. Quando Stu Cook e Cosmo anunciaram a criação do “Revisited”, muita gente torceu o nariz, mas o shows não param de lotar.
Curiosamente, John Fogerty veio ao Brasl com sua banda solo no ano passado, mas não conseguiu a mesma lotação que o “Revisited” teve nas duas oportunidades em que esteve no Rio. Perguntado se, depois de o público carioca ter visto o show com o compositor original das músicas, ele irá exigir mais do “Revisited”, Stu Cook foi lacônico: “talvez o público vá é exigir dele uma performance melhor”. Golaço, Stu, mas não seria mais legar ter o Fogerty à frente da banda, já que ele é o autor das músicas (tenta o repórter)? “Estamos muito felizes com a formação atual do grupo”. Fim de discussão.
O Creedence Clearwater Revival existiu entre 1967 e 1972, período em que lançou sete álbuns e obteve grande sucesso com ao menos três deles: “Green River” (1969), “Willy and the Poor Boys” (1969) e “Cosmo’s Factory” (1970). A formação original tinha John Fogerty (vocal e guitarra), Tom Fogerty (guitarra), Stu Cook (baixo) e Doug Clifford (bateria). Com o fim do grupo, John Fogerty iniciou uma carreira solo, sempre vivendo dos hits do CCR. Seu irmão Tom, que saiu do grupo antes do fim, também teve uma carreira, até o falecimento, em 1990. Stu Cook e Cosmo nada fizeram até montar o Creedence Clearwater Revisited em 1995.
A formação original do Creedence Clearwater Revival, com John Fogerty e inseparável camisa xadrez
O novo videoclipe do Volver, para a música “Mangue Beatle”, está disponível Aqui na Zona Mídia. Ela faz parte do álbum “Próxima Estação”, lançado gratuitamente no site da Trama. O disco foi gravado e mixado em 2010, no Recife, cidade natal do grupo, embora os integrantes tenham fixado residência em São Paulo desde 2009. Também estão nos planos os lançamendo do álbum em formato “físico” - CD e vinil -, em datas a serem definidas. Veja abaixo a lista completa das músicas que estão no disco e clique aqui para ouvir/baixar o CD.
1- Marizabel
2- Próxima Estação
3- A Dor Que Goza
4- Simplesmente
5- Mallu
6- Mangue Beatle
7- Gente
8- Amargo
9- Saudades do Verão
10- Ana
11- Sincero
12- Próxima Estação (Acústica)
Veja abaixo a lista completa das músicas que estão no disco e clique AQUI para ouvir/baixar o CD.
A Zona Mídia revive na memoria dos fãs falando sobre a lenda chamada Zappa! ; Confira e ouça Freak Out.
Frank Vincent Zappa (Nasceu em 21 de Dezembro de 1940, Baltimore — e faleceu em 4 de Dezembro de 1993, Laurel Canyon, Los Angeles)
Foi um compositor, guitarrista, produtor de gravação e diretor de cinema. Em uma carreira de mais de trinta anos, a sua obra musical estendeu-se pelo rock, fusion, jazz, música eletrônica, música concreta e música clássica. Ele também dirigiu longas-metragens e videoclipes e desenhou capas de álbuns seus. Zappa produziu quase todos os seus 60 álbuns que lançou com a banda Mothers of Invention, grupo que o acompanhou por boa parte da carreira e teve sua formação mudada muitas vezes, e como artista solo.
Na adolescência, ele adquiriu um gosto por compositores de música de vanguarda baseada na percussão, como Edgard Varèse, e também pelo rhythm and blues dos anos 1950. Zappa começou a escrever música clássica no ensino médio, à mesma época em que tocava bateria em bandas de rhythm and blues - ele fez a troca para a guitarra posteriormente. Compositor e performista da sua própria música, com influências diversas, o seu trabalho é praticamente impossível de ser categorizado.
O seu álbum de estreia com o Mothers of Invention, Freak Out!, combinava canções no formato convencional do rock and roll com improvisações coletivas e colagens de som realizadas em estúdio. Os seus últimos álbuns também continham essa abordagem eclética e experimental, independentemente de o formato fundamental ser rock, jazz ou clássica. Ele escreveu as letras de todas as suas canções, as quais - frequentemente humoristicamente - refletiam a sua visão iconoclástica dos processos sociais e políticos, estruturas e movimentos estabelecidos.
Era um grande crítico do método de educação e da religiões, e um forte defensor da liberdade de expressão, da autodidática e da abolição da censura.
Zappa foi um artista altamente produtivo e prolífico e ganhou aclamação da crítica. Muitos de seus álbuns são considerados essenciais na história do rock do jazz. Ele é considerado um dos guitarristas mais originais de seu tempo. Ele também continua sendo uma grande influência para músicos e compositores. Alcançou algum sucesso musical, particularmente na Europa, e pela maior parte de sua carreira trabalhou como artista independente. Postumamente, Zappa foi incluído no Rock and Roll Hall of Fame, em 1995, e ganhou um prêmio Grammy, em 1997.
Frank Zappa faleceu, em decorrência de um câncer de próstata, em 1993. Ele teve quatro filhos: Moon Unit, Dweezil, Ahmet Emuukha Rodan e Diva Thin Muffin Pigeen.
"Confira o album considerado por muitos amantes do rock n roll e suas vertentes como " O album tocado por GOD " frank zappa tinha 16 anos nesta época do Freak On
Rogério ceni afirma ser um grande fã dos clássicos do rock n roll
O idolo são paulino usou as 20 musicas em sua lista de preferência no jogo no qual atingiu o marco de 1000 jogos no clube,confira tudo e mais uma dose !
1. AC/DC - Highway To Hell
2. Dire Straits - Sultans Of Swing
3. Lynyrd Skynyrd - Simple Man
4. Midnight Oil – Beds Are Burning
5. Meat Loaf – I'd Do Anything For Love
6. Scorpions – Still Loving You
7. Whitesnake – Here I Go Again
8. AC/DC – Burnin' Alive
9. Pink Floyd- Another Brick In The Wall
10. Counting Crows – Mr. Jones
11. Guns N' Roses – Paradise City
12. AC/DC – You Shook Me All Night Long
13. Metallica – Nothing Else Matters
14. Elvis Presley – Suspicious Minds
15. U2 – I Still Haven't Found What I'm Looking For
16. AC/DC – Ride On
17. Guns And Roses – Sweet Child O' Mine
18. Creedence Clearwater Revival – Proud Mary
19. Tina Turner – The Best
20. AC/DC – Hells Bells
Conhece muito hein? valeu rogerio 100 !
Megadeth vai tocar a íntegra de ‘Countdown to Extinction’
Show acontece só em setembro
O Megadeth vai tocar a íntegra do álbum “Countdown To Extinction” em um show em Santiago, no Chile, no dia 7 de setembro. O disco foi lançado em julho de 1992 e é o mais vendido do Megadeth em todos os tempos, tendo superado a marca de 2 milhões de cópias só nos Estados Unidos. Não se sabe se o show irá desencadear uma turnê mundial com a íntegra do álbum, como aconteceu com “Rust In Peace”, que passou pelo Brasil em 2010. Abaixo, a lista das músicas que estão em “Countdown to Extinction”: